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Está quase!!
O Rock in Rio está aí a bater à porta e ontem tivemos o privilégio de conhecer em primeira mão o que se vai passar na zona mais exclusiva da cidade do Rock, a área VIP.
A 15 dias do Rock se fazer ouvir pelo Parque da Bela Vista, o destino foi ligeiramente diferente, na belíssima Casa do Lago da Estufa Fria, onde se serviram as delícias que irão estar presentes no renovado espaço, mais luminoso, mais próximo do palco, com uma fachada totalmente transparente e uma varanda ainda maior.
Notas musicais: Justin Timberlake
Não sei muito bem por onde começar este post, talvez pelo fim: INCRÍVEL! E podia ficar-me por aqui se fosse de poucas palavras. Não sou. Como também não sou fã incondicional do Justin. Como não segui o seu percurso desde sempre, como ele não entra nas minhas preferências musicais de topo. Não entrava. Uma noite e tudo muda!
Fui ao Rock in Rio com a certeza de que o Justin iria proporcionar a todos uma óptima noite, num espectáculo que se antevia com muita música e coreografias. E não esperava muito mais do que isso. De dois em dois anos lá estou eu no RIR e este pareceu-me pretexto suficiente para rumar à capital e iniciar-me nos festivais de verão deste ano.
Nunca fui louca pelo Justin e pela sua música, gostava e cantava e nunca passava muito disso. Esperava um bom concerto mas não esperava que me agarrasse tanto como agarrou.
O concerto começou sem grandes atrasos com a única música que eu desconheci ao longo daquelas quase duas horas, Pusher Love Girl. Daí para a frente foram êxitos atrás de êxitos, num ritmo bem elevado que agarrava qualquer pessoa e que me agarrou a mim! Não houve nenhuma música que o público (e eu!) não cantasse, não houve nenhuma música que fosse morna! E quando eu achava que What Goes Around... Comes Around, seguida de Suit & Tie (a minha preferida!) tinham sido o ponto alto da noite, chega Mirrors para encerrar o concerto com o público ao rubro numa energia diferente das anteriores!
Um alinhamento irrepreensível e meticuloso, sem margem para erros! Perfeito. Ao que parece este concerto vai mesmo ter que ir para o meu top e destronar alguns de músicos que eu tinha em melhor conta!
E podia alongar-me mas quem não esteve lá ia pensar: Damn Girl!
m.*
Fim de semana musical #1
Depois de uma semana a mil de um lado para o outro, ontem foi dia de acabar a semana ao som de Rui Veloso num concerto que há muito queria mas que vergonhosamente nunca se tinha proporcionado!
Num coliseu com mais espectadores do que lugares (à pinha entenda-se!!) o público, com uma idade média que devia rondar praticamente os cinquenta anos, começou calmo como as músicas de abertura, do tempo em que o mundo ainda nem me conhecia, sempre com letras geniais e que fazem sorrir qualquer um! Porto Covo foi a primeira capaz de aquecer!
Daí para a frente seguiram-se todas as músicas que queria ouvir e que relembraram a minha infância de uma forma muito especial!
Quando era ainda pequenina não me lembro de cantar outra coisa que não fosse Rui Veloso... Nas intermináveis viagens para visitar os avós a Viseu (que era bem mais longe do que é agora!) só autorizava uma cassete no rádio e era essa mesmo! Entre Anel de Rubi e Estrelas no Céu, era essa a banda sonora que me levava até lá e era, evidentemente, a que ficava na cabeça e que levava à exaustão quem estivesse ao meu lado nestas cantorias! Não sabia eu cantar outra coisa, e aparentemente estas seriam as únicas músicas em que eu conseguia ser verdadeiramente fiel à letra, tudo o resto que fugia do repertório Rui Veloso era inventado... E que bem inventado!!
Numa altura em que o banco de trás do carro ainda me deixava deitar bem esticadinha, as estrelas no céu passavam e eu cantava... E a minha avó que já não me podia ouvir...
Num coliseu com mais espectadores do que lugares (à pinha entenda-se!!) o público, com uma idade média que devia rondar praticamente os cinquenta anos, começou calmo como as músicas de abertura, do tempo em que o mundo ainda nem me conhecia, sempre com letras geniais e que fazem sorrir qualquer um! Porto Covo foi a primeira capaz de aquecer!
Daí para a frente seguiram-se todas as músicas que queria ouvir e que relembraram a minha infância de uma forma muito especial!
Quando era ainda pequenina não me lembro de cantar outra coisa que não fosse Rui Veloso... Nas intermináveis viagens para visitar os avós a Viseu (que era bem mais longe do que é agora!) só autorizava uma cassete no rádio e era essa mesmo! Entre Anel de Rubi e Estrelas no Céu, era essa a banda sonora que me levava até lá e era, evidentemente, a que ficava na cabeça e que levava à exaustão quem estivesse ao meu lado nestas cantorias! Não sabia eu cantar outra coisa, e aparentemente estas seriam as únicas músicas em que eu conseguia ser verdadeiramente fiel à letra, tudo o resto que fugia do repertório Rui Veloso era inventado... E que bem inventado!!
Numa altura em que o banco de trás do carro ainda me deixava deitar bem esticadinha, as estrelas no céu passavam e eu cantava... E a minha avó que já não me podia ouvir...
Notas musicais: Michael Bublé.
Marta - No passado sábado chegou o dia tão aguardado por mim e pela Luísa há já alguns meses: o concerto do Michael Bublé no Meo Arena!
Não fomos juntas ao concerto porque a Maria Tigela L. não se apressou a comprar os bilhetes e teve que ir para outro balcão. Mas não foi por estarmos separadas que vivemos o concerto de forma menos partilhada, pelo contrário, tenho a certeza que o sentimos da mesma forma!
Como seria de esperar, o concerto foi incrível, capaz de levar às lágrimas o mais duro dos corações e às gargalhadas o mais insosso dos humores!
Luísa - Sim, foi Lindoooo!!! O Michael Bublé surpreendeu acima de tudo pelo seu sentido de humor...esperava muito deste concerto...e em nada me decepcionou (muito pelo contrário), mas realmente a maior surpresa foi a forma divertida e bem humorada como orientou todo o concerto!
Foi mesmo a forma mais mágica de entrar neste mês de Fevereiro...
M. - E se houve magia neste concerto! O tema do amor foi levado ao extremo na mais lamechas e deliciosa das suas formas! Um dos pontos altos do concerto foi sem dúvida o All you need is Love banhado em confetis em forma de coração, vermelhos e brancos, que inevitavelmente leva toda a gente ao rubro! Esse foi o momento que marcou a viragem do concerto, até aí bem mais calmo, onde a Home foi protagonista e fez verter algumas lágrimas!
L. - A quem o dizes...quem me conhece sabe que esse momento foi um autêntico cocktail explosivo de emoções!!! Para alguém como eu que vê a vida aos corações, e que não precisa de muito para se desfazer em lágrimas, é óbvio que uma música dessas cantada pelo Michael Bublé, com uma gigante projecção de corações no palco e explosões de confetis só podia dar numa Luísa banhada em lágrimas mas com um sorriso rasgado de orelha a orelha! Sim, porque mesmo nas músicas em que houve lágrimas, a felicidade imperou sempre! Nem que fosse pela concretização do desejo de algum dia ouvir essas músicas ao vivo...a Home foi claramente o melhor exemplo disso...
M. - Daí para a frente, o palco virou festa num tom bem mais alegre e divertido, capaz de contagiar os homens mais comedidos!
Durante mais de duas horas as emoções estiveram sempre à flor da pele, com músicas que não deixam ninguém indiferente e cantadas em uníssono, umas atrás das outras!M. - Daí para a frente, o palco virou festa num tom bem mais alegre e divertido, capaz de contagiar os homens mais comedidos!
Tal era o mulherio emocionado que mais parecia que estávamos num concerto do Tony Carreira...mas em bom! Sim, acredito que ele, como o Buble, também comece o seu concerto a lançar fogo, que lá pelo meio atire uns confetis e que acabe o concerto a chorar! A diferença está tão somente na qualidade...e na coolness da coisa!
O Bublé é incomparável, e sei que há quem fale em Franks Sinatras e outros que tais, mas não vale a pena compará-lo a ninguém, nem mesmo a grandes nomes do Jazz. Ele é O Michael Bublé, e tenho a certeza que nos vai continuar a surpreender e a fazer-nos chorar por mais!!!
m.*
L. <3
Notas musicais: Jamie Cullum
E chegou finalmente a noite que eu tanto aguardava desde Julho...chegou e já passou, porque o que é bom passa depressa!!
Sou fã do Jamie Cullum há muito tempo (dele e da sua mulher Miss Sophie Dahl mas isso já é outra conversa!) e este não foi o primeiro concerto dele a que fui ansiosamente. Há cerca de 3 anos tinha estado no Balaia Golf Village, no Algarve, num concerto memorável por toda a envolvente e, claro está, pela sua fantástica actuação! Infelizmente esse não foi um dos meus melhores dias, estava algo doente e senti que se tinha adorado o concerto no estado em que estava, sem dúvida que à primeira oportunidade o devia repetir! E assim não foi...
Por motivos alheios à minha agenda cultural não pude ir ao EDP Cool Jazz no verão passado e lá se foi mais uma oportunidade!
Claro que quando anunciaram que ele viria ao Coliseu do Porto, puderam contar logo com a minha presença!
A sala demorou a encher... (ou não fossemos nós portugueses, pontualidade lamentavelmente não é o nosso forte!) e, antes de aparecer o Jamie que todos esperavam, fomos surpreendidos pela fantástica actuação da Kat Edmonson. Uma Americana (do Texas!!) com uma voz divinal que lançou o seu primeiro álbum em 2012 e que ainda não está à venda em Portugal por isso estejam atentos!! Acreditem que promete!
Quando as luzes se acenderam já estava o coliseu cheio a aguardar pelos improvisos previsíveis (mas deliciosos!) do Jamie.
E foi esse o que considerei o primeiro ponto alto da noite. O momento em que a banda abandonou o palco e o deixou sozinho com o seu piano. E tudo para ele é música e transforma-se...o piano foi bateria, djambe, qualquer instrumento de percursão e até as cordas do piano foram uma harpa!
Tocou êxitos de outros e divertiu-se...a ele e a nós!!
Claro que num concerto como este há sempre muitas músicas que queremos ouvir e que, por serem tantas e tão boas, algumas têm que ser deixadas de fora. Não foi o caso da música da Rihanna (Don't Stop the Music) que por incrível que pareça é uma das minhas preferidas!! Sei que não é dele, pode não ter tanto valor ou importância por isso...mas tem!! Não gosto da versão original e sinceramente gosto tanto desta que nem me consigo lembrar dela cantada pela própria!
O momento mais efusivo da noite foi a "Mixtape", sem surpresa minha! Já no concerto na Balaia o tinha sido, passado estes anos não pensei que fosse diferente! Haverá alguém que não a tenha cantado? Que não tenha saltado até não poder mais? Duvido!
Depois disto veio o encore com a "Mind Trick" e a finalizar a "Gran Torino" capaz de emocionar até o mais frio dos britânicos! Numa noite fria de Inverno como a de ontem, até ele derreteu com todo o carinho com que foi recebido emocionando-se num dos seus solos no piano. Verdade ou não, acreditemos que foi sentido! ;)
m.*
Sou fã do Jamie Cullum há muito tempo (dele e da sua mulher Miss Sophie Dahl mas isso já é outra conversa!) e este não foi o primeiro concerto dele a que fui ansiosamente. Há cerca de 3 anos tinha estado no Balaia Golf Village, no Algarve, num concerto memorável por toda a envolvente e, claro está, pela sua fantástica actuação! Infelizmente esse não foi um dos meus melhores dias, estava algo doente e senti que se tinha adorado o concerto no estado em que estava, sem dúvida que à primeira oportunidade o devia repetir! E assim não foi...
Por motivos alheios à minha agenda cultural não pude ir ao EDP Cool Jazz no verão passado e lá se foi mais uma oportunidade!
Claro que quando anunciaram que ele viria ao Coliseu do Porto, puderam contar logo com a minha presença!
A sala demorou a encher... (ou não fossemos nós portugueses, pontualidade lamentavelmente não é o nosso forte!) e, antes de aparecer o Jamie que todos esperavam, fomos surpreendidos pela fantástica actuação da Kat Edmonson. Uma Americana (do Texas!!) com uma voz divinal que lançou o seu primeiro álbum em 2012 e que ainda não está à venda em Portugal por isso estejam atentos!! Acreditem que promete!
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| imagens: porto24.pt |
Quando as luzes se acenderam já estava o coliseu cheio a aguardar pelos improvisos previsíveis (mas deliciosos!) do Jamie.
E foi esse o que considerei o primeiro ponto alto da noite. O momento em que a banda abandonou o palco e o deixou sozinho com o seu piano. E tudo para ele é música e transforma-se...o piano foi bateria, djambe, qualquer instrumento de percursão e até as cordas do piano foram uma harpa!
Tocou êxitos de outros e divertiu-se...a ele e a nós!!
Claro que num concerto como este há sempre muitas músicas que queremos ouvir e que, por serem tantas e tão boas, algumas têm que ser deixadas de fora. Não foi o caso da música da Rihanna (Don't Stop the Music) que por incrível que pareça é uma das minhas preferidas!! Sei que não é dele, pode não ter tanto valor ou importância por isso...mas tem!! Não gosto da versão original e sinceramente gosto tanto desta que nem me consigo lembrar dela cantada pela própria!
O momento mais efusivo da noite foi a "Mixtape", sem surpresa minha! Já no concerto na Balaia o tinha sido, passado estes anos não pensei que fosse diferente! Haverá alguém que não a tenha cantado? Que não tenha saltado até não poder mais? Duvido!
Depois disto veio o encore com a "Mind Trick" e a finalizar a "Gran Torino" capaz de emocionar até o mais frio dos britânicos! Numa noite fria de Inverno como a de ontem, até ele derreteu com todo o carinho com que foi recebido emocionando-se num dos seus solos no piano. Verdade ou não, acreditemos que foi sentido! ;)
m.*
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