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Três Tigelas, Três Hambúrgueres #2

E nesta saga das mil novas hamburguerias que não param de surgir, a minha favorita também fica lá no Sul. Nada contra os vários espaços do género que existem cá no Porto, mas o preferido é o preferido e a ter de nomear um, há meses que a minha escolha é fiel e bem definida: Hamburgueria do Bairro! 

Mas não uma qualquer das várias que entretanto proliferaram pela capital... eu sou fiel às raízes e não há dúvidas que não há nenhuma tão especial como a primeira, a do Príncipe Real. 








Das que já visitei, é para mim, a quem tem a fachada mais bonita e o espaço mais acolhedor. Foi também onde o hambúrguer me soube melhor, mesmo que tenha optado por comer sempre o mesmo em qualquer uma das visitas aos diferentes espaços: O Alfacinha.  

Três Tigelas, Três Hamburgueres #1

Ao que parece as três Marias Tigelas deixaram-se levar pela modinha dos hamburgueres e hoje começamos aquela que será a nossa pequena série das 3 hamburguerias favoritas! Se calhar podemos-lhe chamar: Três Tigelas, Três Hamburgueres.

E começamos em bom. Com aquela que será a eterna questão: To Burguer or not To Burguer? To Burguer, pois claro! 


Em pleno Chiado a primeira Hamburgueria que me conquistou: To B! Porque as idas fugazes a Lisboa têm destas coisas, destas delícias que nos fazem converter à moda mais banal... irresistível!


E o segredo de um bom hamburguer está na carne. Dos Açores. Que deve percorrer feliz os prados mais verdes daquelas montanhas.


Acompanhado de umas belíssimas batatas fritas. Com ervas. E sal.


E a cereja no topo do bolo está bem lá dentro, guardada para surpreender a primeira dentada: bacon. Bem crispy!


E molho. No hamburguer e nas batatas. Sim. É assim o meu hamburguer favorito! Com tudo isso e um bocadinho mais: um espaço trendy, em muito boa companhia, com janelas para o Chiado. Só.


É pedir muito? Não. É só ir ali a Lisboa e vir.










m.*


Miss Hamptons.

Ao que parece o Outono chegou e veio mesmo para ficar. A chuva já apareceu, mas os rasgos de Sol que ainda nos visitam de vez em quando, deixam uma sensação de nostalgia do Verão que não queremos que se vá. 















Por estes dias já só queremos olhar para as novas colecções que aí estão, mas eu não resisti a aproveitar uma última oportunidade de saldos, de um daqueles desejos de Verão que ficaram adiados. Num lugar muito especial dessa wishlist ainda por concretizar estavam umas Miss Hamptons.

Casa da Mestra.

Não sei quantos de vocês sofrem com o síndrome de segunda-feira! Eu sofro muito, e por isso, segunda-feira é dia de pensar em coisas boas, dia de recordar os pedacinhos deliciosos dos dias de fim-de-semana que acaba de terminar. Às vezes é até dia de planear o próximo fim de semana só para ajudar a ultrapassar a neura!

Hoje trago-vos o fim de semana de paz que tive na semana passada, ainda no meio das minhas férias! Uma óptima sugestão para um dos vossos próximos fins-de-semana.


De há uns anos para cá, troquei as minhas férias de Verão passadas no Algrave e Alentejo para o Nordeste Transmontano. Sim pode parecer estranho mas foi mesmo isso! Começou tudo há uns anos, numa viagem à terra natal da nova família trazida pelo coração, e rapidamente se tornou ponto obrigatório de visita das minhas férias de Verão. Pode ser por dois, três ou quinze dias, tenho é de ter a certeza que vou sentir aquela paz que me faz recuperar energias como mais sitio nenhum...

Este ano decidimos expandir ainda mais essas férias e experimentar mais do que a casa de família. Não foi fácil encontrar um sítio giro daqueles que nos enchem as medidas, pois esse tipo de turismo mais cuidado ainda não está muito explorado para estas bandas. Há bastante oferta mas pouca com os cuidados a que estamos habituados, até que descobrimos a casa da mestra inserida no complexo turístico A.Montesinho em Gimonde, Bragança.



















A casa da Mestra, era a casa que servia, noutros tempos, para alojar as professoras que eram destacadas para leccionar nas escolas daquela zona. Desse tempo mantém apenas o nome e serve agora de Turismo de Habitação em plena entrada do Parque Natural de Montesinho. Uma casa agradável, com uma óptima obra de recuperação, com uma decoração simples e "clean" nos quartos, com apontamentos mais rústicos nas áreas comuns. Tem cinco quartos, e nós fomos contemplados com o quarto Rio Frio.

Cinema: A viagem dos cem passos

Já alguma coisa desvendei por aqui da minha paixão por França e por culinária.
Quando duas paixões assim se juntam num filme, claro que estou na fila da frente para o ver!
Falo-vos de "A viagem dos cem passos", um filme com uma fotografia belíssima, que podia ser somente isso mas que, apesar de calmo, nos cola ao ecrã ao longo dos seus 120 minutos. 


Repleto de lugares comuns, eu rendi-me. E é possível não nos rendermos quando nos dizem que "cozinhar são memórias" e que "só conseguimos cozinhar com o coração"?! Cliché? Sim. Mas tão verdade...
É exactamente isso que me leva para a cozinha... As memórias e o coração! Porque não é possível cozinhar sem uma pitada de paixão...






Apaixonada por fotografia, é completamente impossível ficar indiferente aos pratos que ali nos são apresentados! Combinações fascinantes de cores, que nos fazem imaginar e salivar, até, pelo sabor que sabemos lá estar. Em algum momento senti o cheiro a comida! Um cheiro falso, certamente, e inexistente, fruto completo da minha imaginação, mas eu senti!

Roteiro: Chicago.

No ano passado tive a oportunidade de fazer a minha primeira grande viagem: Nova Iorque e Chicago.

Visitei as duas cidades em cerca de dez dias. Gostei muito de Nova Iorque, do ritmo da cidade e da correria constante. Mas, enquanto cidade, adorei Chicago.


Enquanto que Nova Iorque é uma cidade organizada para turistas, Chicago é o espelho do nosso imaginário americano. Pessoas de todas as raças, ruas intermináveis, muito poucos turistas e, claro, muito boa arquitectura.


Fomos preparados com guias e mapas onde assinalámos tudo o que iríamos ver. Fizemos um roteiro infindável de edifícios! 

Como é impossível mostrar-vos tudo o que visitei, deixo algumas sugestões para quem se aventurar:

1. Downtown

Ver e rever o centro da cidade! As avenidas, as lojas, o Loop, a Jewelers Row...




2. Millenium Park

Entre a cidade e o lago Michigan está o Millenium Park, um espaço verde enorme onde se tropeça em esculturas e arte! No top está o Cloud Gate do Anish Kapoor, também conhecido por Bean.


Golegã.




Golegã.
12h e o domingo à nossa frente.
Silêncio. 
O céu cinzento lentamente lá foi desvendando o azul envergonhado por detrás das nuvens.

Toda uma vila para descobrir, debaixo de um calor que se foi intensificando a cada hora. 

Hotel Lusitano

Enquanto as férias não chegam, que melhor pretexto que um casamento no ribatejo para dar uma escapadela até à Golegã?

A chegada ao hotel fez-se já tarde, e antes de poder espreitar qualquer cantinho do Hotel Lusitano, a primeira coisa de que nos apercebemos é mesmo a simpatia e a amabilidade de quem nos recebe. Bem à entrada, um cuidado, uma delicadeza imensa que nos faz sentir em casa. E é mesmo esse o conforto que os pés pedem depois de um dia em cheio!


Bem antes de nos conduzirem para os quartos, é feita uma breve apresentação do Hotel e podemos dar uma espreitadela em áreas comuns intimistas, dignas de um hotel de charme. É disso que se trata.






Chegada ao quarto, facilmente se percebe que toda a atenção dada aos espaços comuns é também priveligiada nas áreas reservadas com grandes áreas e pequenos detalhes.

Meia.Dúzia

Todos os motivos justificam reunir os amigos, se esse motivo for bem docinho, ainda melhor!

Num final de tarde bem quente, ao ar livre, a prova de meia.dúzia veio mesmo a calhar! Meia.dúzia? Sim, compotas bem portuguesas, que têm tanto de inesperado como de delicioso. Um conceito original, cujas embalagens se inspiram em tubos de tinta. Uma ideia excelente que não só permite conservar as compotas por mais tempo como dá um toque bem divertido e original à nossa mesa!


Umas tostas e umas bisnagas de compota e assim se passou a tarde, à volta da mesa, no terraço.









As combinações de sabores são deliciosas, capazes de agradar (mesmo!) a todos os gostos! Bem que tentámos uma eleição do melhor sabor... impossível! Uns preferem a de ananás, outros as de morango e por aí fora! Ao que parece eu continuo fiel ao mood tropical e elegi a de Ananás dos Açores com Erva-Príncipe como a minha preferida! Mas na realidade nenhuma lhe fica atrás!


Não há muito mais a dizer sobre estas compotas maravilhosas, a não ser: provem! Vale mesmo a pena! Podia tentar descrever os sabores mas não há nada como provar! Fica a dica! ;)


m.*

Marés Vivas.

O fim-de-semana foi de festival e o rescaldo já devia ter chegado ontem, mas a idade já pesa e os sonos já levam mais tempo a repor e organizar, daí este post já tardio.

Fui ao meu primeiro festival com 15 anos, ao mítico Paredes de Coura e ainda hoje consigo lembrar-me do quanto vibrei com todas aquelas novas sensações que uma experiência de festival nos podem proporcionar nessas idades. Foi memóravel, dos concertos à companhia, do campismo aos pic-nics, dos banhos no rio, aos tererés no cabelo...

Passados mais de 10 anos (eu nem me acredito que estou a escrever isto) depois de vários Paredes de Coura, depois de Vilar de mouros, Sudoeste e de Super Bock Super Rock, as emoções são mais calmas e moderadas e os últimos anos têm sido mais "caseiros", aqui bem pertinho, sem sair do Porto, no único festival que nos deixa vir dormir a casa - o Marés Vivas. 

Há pelo menos quatro anos que não falho este festival, e este ano não foi excepção. Faltei ao primeiro dia porque, mais uma vez, a idade já não me permite uma aventura dessas a meio da semana, mas sexta e sábado foram de espírito festivaleiro ao rubro.



Sexta-feira, nem o cansaço acumulado de uma semana de trabalho, nem mesmo a chuva torrencial que teimou em cair sem parar, puderam estragar aquela que foi a melhor noite de todo o festival. Não sou uma fiel seguidora de Clã mas gostei muito do concerto, não conheço mais do que uma música de James Arthur mas ouvir a "Impossible" chegou para satisfazer as minhas expectativas em relação a esse concerto, e a banda que eu esperava que me fizesse valer a noite, ultrapassou largamente tudo o que eu pudesse esperar. James foi, de longe, o melhor concerto da noite e arriscaria mesmo dizer, que o melhor concerto do festival. A entrada em palco de Tim Booth atravessando todo o recinto e rompendo por entre a multidão, criou um clima de entusiasmo e surpresa que ajudaram a entusiasmar o publico mesmo nas músicas menos conhecidas do novo album "Le petite mort". É óbvio que o auge se deu em músicas como "Getting Away with it (All messed up)", "Laid", "Sit Down", "Say Something", "Tomorrow" ou "Sometimes".

Zeapop

Pipocas. Aquela delícia que nos faz recuar no tempo e sentir a alegria de estar numa feira de diversões sem sair do sofá! E como nós adoramos...

M: Várias são as tentativas de recriar em casa o sabor delicioso das pipocas do cinema, bem caramelizadas e deliciosas! Como já vos dissemos aqui, pipocas são para mim uma perdição! E não faltam lá em casa utensílios para as fazer... desde máquinas a sistemas mais simples de pipocas no microondas! Ainda assim, às vezes, sabe mesmo bem não ter trabalho, abrir um pacote e entrar no maravilhoso mundo das pipocas!


Conheci as Zeapop Popcorn Artisans há já algum tempo quando me foi oferecido um pacote com sabor a pimenta rosa. Claro que a Luísa não pode ver nada, e tratou logo de encomendar não um, não dois, mas sete (sim sete!!) pacotes... todos os que existem basicamente, para podermos fazer uma degustação com tudo a que temos direito!





L:
Não é não poder ver nada!!! Aqui a questão é que a descrição dos sabores soa bem de mais para que eu pudesse ficar satisfeita com a prova de um só... e dado que existe um kit de degustação, não havia razão nenhuma para não experimentar...

Cooking and Nature

Que Portugal é um país lindíssimo cheio de recantos deliciosos para visitar já ninguém tem dúvidas. O que nem toda a gente conhece são os pequenos hotéis que vão nascendo aqui e ali nos sítios mais surpreendentes e inusitados deste país.

Exemplo disso é o Hotel Cooking and Nature, plantado em pleno Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, e onde estive no fim de semana passado. As expectativas eram altíssimas por tudo o que tinha visto, lido e acima de tudo pelo que me tinham contado. Mesmo assim, em momento algum houve a sensação de desilusão ou decepção. 


A viagem não foi propriamente curta, mas 2h continua a ser uma duração aceitável para o tipo de viagem que se faz para um fim de semana. Chegar lá só mesmo de GPS e mesmo assim a recta final já é orientada por sinalética do hotel. A rede de telemóvel não existe naquele local.(para mim, um dos pontos fortes deste sítio, logo para começar.) Mas não se assustem... todo o edifício e áreas circundantes estão cobertas por uma rede interna wi-fi que nos faz continuar a sentir em contacto com o mundo!




É um autêntico pedacinho de céu, com uma arquitectura simples, e uma decoração soberba. A cada passo que se dá descobre-se um novo pormenor. É daqueles sítios onde se repara sempre em algo de novo, mesmo em corredores e salas onde já passamos um sem número de vezes. É daqueles lugares em que apetece fotografar tudo... e onde se deseja que o tempo pare e o fim de semana nunca mais acabe.


Os quartos são 12, e eu escolhi o número 1, o Simplicidade. Não o vou descrever porque as palavras seriam sempre poucas... vou deixar que as imagens falem por si...














Acho que a ligação deste lugar com a natureza está mais que provada, explicada e justificada. Mas o Cooking and Nature, tal como o nome indica, não é só de Natureza, é também um local muito especial no que toca à Cozinha. Este hotel proporciona as seus hóspedes uma experiência de jantar com Cooking Lesson e este foi, sem dúvida o momento alto do fim de semana.

São Martinho do Porto.

No fim-de-semana passado, sem planos para o São João, decidimos, à última da hora, ir até São Martinho do Porto. 
Demasiado a Sul para festejar o santo da cidade, é certo, mas a possibilidade de fazer 4 dias de férias falou mais alto.
Já tínhamos estado em São Martinho no ano passado e achámos que valia a pena lá voltar!



Fomos de autocaravana até à baía de São Martinho, logo abaixo da Nazaré (a cerca de 200km do Porto). Um sítio pacato, bem ao jeito do que eu gosto para descansar!
Embora o tempo não estivesse no seu melhor, ainda conseguimos ir à praia, caminhar, correr e comer gelados como se o Verão terminasse amanhã. Para ajudar, só mesmo o descanso de viajar de autocaravana, sem horas, destino ou compromissos.

Casa Oliver

Há experiências que não passam do preto e branco. Outras são bem mais especiais e esta foi verde, com chilrear de aves exóticas, a baloiçar num lustre, bem em cima da cama.

Na altura de escolher um hotel tento sempre procurar sítios giros e diferentes, que tenham identidade e que, claro, eu me identifique com eles! Na última ida a Lisboa, por altura do Rock in Rio, a escolha foi acertada: Guest House Casa Oliver no Príncipe Real.














Não conhecia a Casa Oliver antes da imensa saga que foi encontrar estadia, numa altura em que Lisboa estava completamente lotada, mas, quando isso aconteceu, foi música para os meus ouvidos, cor para os meus olhos!

7 Maravilhas




O fim de tarde estava agradável e pedia um passeio pela baixa... mas a noite ia ficar ainda melhor porque era dia de jantar das Marias Tigelas...nunca esperamos foi que ficasse tão boa!

A baixa do Porto há já muito tempo que está constantemente em remodelações e alterações. Com elas chegaram muitos e novos espaços à cidade que não param de aparecer e acima de tudo de surpreender. Por essa razão, mais uma vez não estava a ser fácil, de uma imensa lista, escolher um novo restaurante para experimentarmos nessa noite. 





Democraticamente lá escolhemos um restaurante relativamente recente, que nenhuma das três tinha antes experimentado. Chegadas à morada, o eterno dilema de eu querer muito um lugar à porta...mas tal era completamente impossível... e é deste pequeno pormenor que nasce a deliciosa experiência desta noite.


Papabubble



Hoje voltamos a ter um post bem doce sobre uma marca deliciosa que comemora agora 10 anos de existência!

A doce Papabubble nasceu em 2004 em Barcelona mas só chegou a Portugal em 2009, num espaço giríssimo, de traça antiga com uma fachada que se funde com a do comércio tradicional da rua da Conceição na baixa lisboeta.





Recheada de doces artesanais, aposta em tornar único cada pedacinho de rebuçado que fabrica. Os formatos, cores e sabores estão constantemente a ser renovados e reinventados graças aos processos manuais e tradicionais segundo os quais são feitos.
E o mais fascinante é que nos deixam espreitar todo o processo de fabrico uma vez que o que o separa da loja é apenas um  vidro!




Mais entusiasmante ainda é a possibilidade de podermos criar os nosso próprios doces personalizados!

E a avaliar pela coleção de rebuçados que anda aqui por casa, é fácil perceber que não resistimos e, claro, tivemos que personalizar um chupa-chupa 2=3!




L.<3

m.*

Magnum



Já que não estamos por Cannes a comemorar os 25 anos da Magnum, porque não festejá-lo por cá, num mini festejo, bem à nossa medida? 

Pois é, ontem o solzinho que espreitou durante a tarde abriu o apetite e proporcionou uma pausa para um geladinho. Chegada à geladeira da Olá, o que é que eu vejo? O novo Magnum, edição limitada do 25º aniversário!

Com um aspecto bem trendy, prateado entenda-se, não resisti e rendi-me a toda a sua aparência! 

Lá em casa mando eu.




Este é um post que tarda mas que em dia de Porto-Benfica se torna sempre actual. Sim, em dia de jogo, vou falar sobre um livro, porque sobre futebol propriamente dito, esta época, já não há muito que eu possa dizer. 

Pois bem, quando eu achava que esta época, era impossível que o tema futebol me fizesse voltar a sorrir, acontece uma noite como do dia 28 de Março com o lançamento do livro Lá em Casa Mando Eu, da autoria de Catarina Pereira e Manuel Neves. A Catarina tem 27 anos, é jornalista, portista ferrenha e detesta o Benfica. O Manuel tem 30, é médico, benfiquista doente e não suporta o FC Porto. 




A C. e o M. são um casal super apaixonado, quer um pelo outro quer pelos seu próprios clubes. Separa-os o ódio pelo clube um do outro à semelhança do que se passa connosco aqui no Dois Igual a Três, como já vos contei aqui. Para nós é só mais um tema que nos une e separa , para eles é o único tema digno de registo, que deu origem ao blog homónimo onde escrevem desde 2009.

São uns fanáticos saudáveis, com muito sentido de humor e com uma forma de escrever simples e prática. Recordam e descrevem jogos, datas, golos, títulos , lances, faltas e nomes de jogadores como ninguém. Não são uma portista e um Benfiquista de hoje mas de Sempre! A Catarina costuma dizer: "Eu amo o Manel e ele ama o Benfica... Estar apenas a um ser humano de amar o Benfica envergonha-me", já o Manuel não se fica: "Se um filho meu for do Porto... vai ter de caçar a própria comida e fazer a cama lá fora". E é neste clima de picardia bem humorada mas sempre aguçada, que alimentam o blog diariamente.





Para quem, como eu, já seguia o blog, o livro não desilude. Para quem não seguia o blog, o livro vai, com toda a certeza, abrir o apetite.  


L.<3




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